E cá estou eu lépida e faceira.
Prá variar as faíscas não me deixam ficar quieta por muito tempo. O cérebro em constante curto circuito e o espírito em eterna mutação fazem com que logo eu queira (e precise) explodir escrever novamente.
Aqui vai ter aquela música que me pegou de jeito às 4 da tarde, o show que eu quero ir, a pessoa que passou por mim em plena Rua da Praia, a poesia que eu achei perdida nos livros empilhados ao lado da minha cama e também até aquele grito de pavor porque eu não consegui ir na reunião da escola dos meninos.
De um tudo que é meu vai ter aqui, sim senhor!
Começando devagarinho em função da correria clássica (filha, mãe, profissional, amiga, doida de pedra e mulher).
Porém rapidinho a casinha estará movimentada.
Não reparem se a pintura mudar, sumir uma portinha ali, aparecer um quadro novo aqui... a casa segue o ritmo da dona.... sempre se reinventando.
Puxa um banco e te aprochega. Vai um chimas?


Aceito chimarrão. bjs
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